2005 não foi de todo ruim. Mas é um ano do qual terei pouquíssimas recordações: quase nada aconteceu comigo. Tudo muito parado, muitas promessas não cumpridas, muitas expectativas frustradas. À minha volta o mundo explodia, desabava, encobria, revelava, assustava, dava esperança, enfim, acontecia. Vi pouca gente, poucos amigos, poucos familiares, fiquei muito trancado - não por vontade própria. Ao menos terminou com um vislumbre de um novo recomeço. De novo e novamente. Redundância proposital que talvez eu explique um dia.
Um amigo lembrou que o ano-novo 2004/2005 começou com chuva. E que 2005/2006 começou com o tempo aberto para, uma ou duas horas depois, fechar. Será que serão seis meses de bons augúrios? E depois? Bem, deixa o depois para quando chegar.
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